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  • Kim Anderson Calil Garcia

Os maus pagadores na mira do Sniper

Mais uma ferramenta eficaz na cobrança de dívidas

É comum nos depararmos com situações que envolvam partes em conflito de natureza financeira - um quer receber e o outro não quer ou não tem como pagar.


De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), existiam 77 milhões de processos pendentes ao final de 2021, mais da metade em fase de execução, e que levam, em média, quatro anos para o desfecho.


Esse gargalo gera frustração aos credores, influenciando de diversas maneiras nas formas de fazer negócio. Optar por medidas autoritárias e inapropriadas é a pior opção, e resulta em mais prejuízos.


Para evitar a decepção de uma cobrança infrutífera, extrajudicial ou judicialmente, deve-se começar pela prevenção, com informações sobre as partes. Manejando ferramentas confiáveis pode-se conhecer melhor o devedor, e o resultado é o aumento da probabilidade de uma negociação próspera.


A mais nova ferramenta disponível é o Sistema Nacional de Investigação Patrimonial e Recuperação de Ativos (SNIPER), um mecanismo do Poder Judiciário que realiza meticulosa análise fiscal e bancária. O software investiga bens e ativos (incluindo aeronaves e embarcações) e relações com outras pessoas físicas e jurídicas, dificultando a utilização de “laranjas” para a ocultação de patrimônio.


Em situações nas quais o diálogo não é suficiente e medidas judiciais se fazem necessárias, as ferramentas são importantes. Mas o acompanhamento de profissionais ainda é indispensável, porque escolher os instrumentos adequados requer conhecimento. Para a máxima chance de sucesso na cobrança de uma dívida, procure o advogado da sua confiança.

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